Lançamento: Interfaces das Africanidades: Em Educação nas Minas Gerais

Após 10 anos da Lei 10.639 que introduziu a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Africana e Afro-brasileira na educação básica, este livro vem refletir e analisar os impactos dessa lei sobre a Africanidade e a Educação. A obra congrega pesquisadores do ANIME (Grupo de Estudos e Pesquisas em Antropologia, Imaginário e Educação) e de várias universidades como UFMG, UFOP, UFV, UFU e UFVJM.  

Os autores dos capítulos são filiados a uma memória africana preservada e engajados em políticas e lutas antirracistas, por isso o livro aborda a realidade africana com uma visão interna, indo de dentro para fora dos fenômenos e revelando a África-sujeito. Ao pesquisar as comunidades afro-brasileiras através da descolonização conceitual, o livro propõe, junto com o Movimento Negro, um enegrecimento educacional de todas as pessoas, negras e não negras. Para os negros, enegrecer significa sentirem-se apoiados, com o reconhecimento social da história e cultura dos africanos e seus descendentes, a fim de construir livremente seu pertencimento étnico-racial e sua cidadania. Já o significado para os não negros é o de se tornarem capazes de compreender distintos modos de pensar, ser e viver.

Interfaces das Africanidades: Em Educação nas Minas Gerais

Julvan Moreira de Oliveira (Organizador)

Editora UFJF, 200 paginas, 16x23 cm, R$ 35,00

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